Domingo, 30 de Abril de 2006

O Sr. Anónimo

Quantos de nós, já não foi abordado por este Senhor que ninguém sabe de onde veio nem para onde vai, nem quantas faces tem. Seja nesta nossa lida de Blogueiros, como nos nossos telemóveis (talvez até noutra coisa que agora não me recordo) somos constantemente alvo desse indivíduo que conhece toda a nação mas, a nação não o conhece.

 

 O mais engraçado ou frustrante, apelidem à vossa vontade, é que ele não quer ser de forma alguma reconhecido mas, persiste em nos perfilhar para todo o lado. Se redigimos um teor e “escarrapacha-mo-lo” (salvo seja) no Blog ou, noutro sítio qualquer, que seja possível comentar, lá vem ele com a sua lábia toda e deixa-nos um comentário que, por vezes, até nos provoca um leve sorriso outras porém, trás na bagagem a insolência que nos fomenta uma irritação nos lábios que permanecem tão desabados que, não há cócegas ou anedotas que os levante e, faça delinear qualquer movimento.

 

 Noutras circunstâncias ele arma-se em engraçadinho e, liga-nos seja a que horas do dia for, para fazer-nos atender o telemóvel e, simplesmente permanece em silêncio ou coloca um som de fundo (que generoso). Das duas uma ou é abonado e gosta de gastar o seu numerário dessa forma absurda ou, não tem muito com que se ocupar e decide incomodar quem tenha.

 

 Na minha pudica opinião, o Sr. Anónimo é um cobarde pois se não o fosse daria a cara, o nome, ou a voz por onde passa, deixando de ser tão extemporâneo como o é.

 

 Fico indignada quando algo do género sucede e de facto, só as criaturas cobardes, que não têm fundamentos é que se delimitam a camuflar. Se acham que a sua opinião “não conta” ou que vai azedar alguém então não o façam mas, não se ocultem por trás dum silêncio ou de uma palavra “Anónimo” que irrita a qualquer indivíduo que seja alvo da sua crítica ou louvor e, que depois não pode de modo algum argumentar ou agradecer pelo que foi “obrigado” a ler e/ou até ouvir.

 

 Nota: Deixo um recurso a quem comentar que faça o favor de se identificar, não fazendo como uns e outros que nos criticam e não têm a decência de nos deixar a sua morada.

MB

 

Sinto-me: Anónima
Quarta-feira, 26 de Abril de 2006

Mais uma vez (o mesmo assunto de sempre)...

            “Estou a arrependido, a aqueles que levei a Elvas e a outras casa, sei que foram violados, quero pedir desculpa por os ter levado, a eles peço desculpa… deixo aqui um abraço a todos os casapianos”, estas foram as palavras proferidas por Carlos Silvino à TVI.
            Será que vale a pena pedir desculpa depois de ter feito o que fez? Na minha opinião, não!
 
            Hoje assisti a partes desta entrevista, e fiquei sem perceber grande coisa! Carlos Silvino, mais conhecido por Bibi, alega que desde que entrou para a Casa Pia, com 4 anos de idade, foi vítima de maus-tratos e posteriormente abusado sexualmente.
Será que só agora, “confessa” isto para ver a sua pena reduzida, pois só uma pessoa louca faria outra passar pelo que já havia passado! Ele, para além de ter violado, entregava crianças, dizendo que não sabia o que faziam eles! Coitado, tão inocente!
 
            Pelo pouco que ouvi, Bibi, não quis atribuir a culpa directamente a uma das partes, portanto nomeou alguns nomes, pelo meio dizia que não lhes via a cara, inclusive falou do Carlos Cruz que uma das crianças o tratou como Senhor Cruz, mas garante nunca lhe ter visto a cara, no entanto afirma ser o mesmo. Mais adiante, diz que as crianças recebiam dinheiro depois de saírem da casa, como se por acaso tivessem a fazer o que faziam por receber dinheiro, pois sabemos que estes jovens eram pessoas extremamente pobres e permitiam estas visitas a estas casas porque queriam receber em troca disso.
 
            Concluindo, e isto é simplesmente a minha opinião, Carlos Silvino, quis colocar as três partes de bem. Tentou limpar a sua cara, envolveu nomes conhecidos, sempre colocando-os como que quase incertos (por outras vezes afirmando), e ainda tentou dizer que as crianças nem eram obrigadas porque recebiam por isso.
            Já se fala do caso Casa Pia, há tanto tempo e muito mais falta por falar! Acredito no que sempre disse, ninguém é culpado até provarem o contrário, e neste caso as provas são poucas ou nenhumas, nunca saberemos mais do que simples testemunhos de ex-casapianos, que vão aparecendo aos poucos e muitos deles por terem dado a cara receberam indemnizações às tantas sem se ter provado nada.
            Lamento, ser tão “frio” nesta última parte mas tinha que fazer o papel do diabo e o do anjo bom.
            E a vossa opinião sobre este caso, já tão falado, é?
 
R.M.*
Sinto-me:
Sábado, 22 de Abril de 2006

Síndroma EPI

Há alguns dias deparei-me com um comentário “fervoroso” deixando-me perplexa, dado que o visitante estava muito exaltado, pensei para mim que o meu amigo e companheiro deste Blog andava a redigir em alguma língua que não a minha. Quando para meu espanto estava tudo correcto e sem equívoco algum. Pensei depois, muito cuidadosamente se o problema do “nosso amigo” eram as palavras escritas pela pessoa que o antecedeu, visto que estava apinhado de x e k e mais não sei quê que impossibilita a leitura de qualquer mortal.

 

Acho vergonhoso, essa maneira de escrever dado que priva a total leitura de um texto ou mesmo comentário provocando danos nas pessoas que não possuem o Síndroma EPI. Chamo a este modo de escrever Síndroma EPI (Escrever Politicamente Incorrecto) visto que, a “doença” pegou de tal maneira que nem as lesmas conseguem desenredar-se de tantos x, k e mais “ah e tais”.

                                                                                   

Algo que me preocupa é nas escolas, visto que a faixa etária mais abrangida pelo Síndroma EPI ronda dos 10 aos 20 anos de idade. Imagino o susto que a maioria dos professores adquirem ao se encarar com os testes/exames e alguns trabalhos feitos pelos seus alunos, garatujados por esta mania.

 

Sem dúvida algo muito vergonhoso para o País, mas sobretudo para as vítimas que mais tarde não saberão ler ou “descodificar” grandes obras ou até mesmo alguma pequena anotação que os mais antiquados lhes facultem.

 

Um outro dia fui, alvo de um comentário no meu antigo Blog em que, qualquer dia seria imprescindível o uso de um dicionário para poder compreender na íntegra as minhas “recatadas poesias”. Ao relembrar esta pequena lamúria e, associá-la com este recente comentário deduzi que é impossível agradar a Gregos e Troianos.

 

Se o meu Português é correcto e encontram contrariedades em decifrá-lo, interrogo-me o que dirão sobre este estilo em excrvr axim”. É que para poderem usufruir da minha escrita há resolução: Dicionário. E agora para essa moda em “k ax pexoax perxixtem em excrv dextah formah abxurdah”?

 

Declaro que estou inquieta com isto, e peço a alguém que não tenha peva para fazer, que desbarate o seu valiosíssimo tempo a traduzir esta nova escrita que parece que veio para criar raízes e dar flores e/ou até frutos.

 

 

MB
Sinto-me: resmungona
Terça-feira, 18 de Abril de 2006

Onde vamos parar?

            Há cerca de 6 anos, a televisão privada preparava-se para dar o passo que mudaria e nos levaria a ver o inimaginável.
            Uma casa, seis homens, seis mulheres, vigiados por câmaras, sem censura, 120dias, 24horas por dia. Começava aqui a primeira telenovela da vida real, tudo isto por uns aliciantes 20 mil contos (100 mil euros). Era o Big Brother 1. A partir daqui, os media, atacaram todos os que pudesses estar ligados a estes 12 magníficos, tentando descobrir algo que fosse, altamente, bombástico. Estas pessoas acabam por perder a sua privacidade; este é o preço da fama, mesmo que efémera.
            Este foi o primeiro de outros 3 BB’s, de pessoas totalmente anónimas.
            À luz deste grande fenómeno, foram surgindo outros concursos do género: Survivor, Acorrentados, Ilha da tentação, Bar da Tv, Senhora Dona Lady (este último um “fracasso” acabando por terminar, na primeira semana) e estou certo que me faltam mais alguns. A verdade é que quanto mais inovador fosse, mais probabilidades existiam de sucesso e assim as estações televisivas ganhavam na luta das audiências.
 
            Quiseram acrescentar mais interesse aos Reality Shows e decidiram integrar “celebridades” para nos dar a conhecer o seu dia-a-dia, em troca de valores exorbitantes, recebidos semanalmente por todos os participantes; BB Famosos, Quinta das Celebridades, 1ª e 2ª Companhia, e Circo das Celebridades, estes são os concursos que nos trazem os, nossos, famosos para as mais caricatas situações. Quando me refiro a Celebridades, acho que poucas vimos, em 7 edições deste tipo. Porque, muitos deles mal ouvimos falar, anteriormente.
No entanto, a verdadeira celebridade a podermos considerar é o Marchant d’Art – José Castelo Branco, que já participa em 3 concursos e nada de novo tem para mostrar aos espectadores, já ouvi dizer que: “Tudo o que é demais farta” e aplica-se, confesso que gostei da primeira aparição do “Conde”, adorei vê-lo na tropa, rindo imenso com as “palhaçadas”, agora mais uma vez, ele ataca e começa a ser demais, porque já vimos tudo, a única coisa que muda é a sua extravagância, porque cresce e a sua relação com o público que começam a ficar fartos dos seus excessos.
 
            Só para terminar, vou abordar dois Reality Shows, que ainda não foram exibidos em Portugal, mas que serão uma probabilidade, só espero que saibam discernir, até onde podem e devem ir:
 
            «"Big Diet" - Um grupo de pessoas obesas convivem num ginásio onde devem fazer exercício e resistir continuamente à tentação de verdadeiras iguarias que lhes são oferecidas. Ganha quem perder mais peso!
"Couch Confessions" - Este é um dos mais polémicos reality shows feitos até ao momento. Passou no canal americano de cabo Court TV e o teor do programa é altamente violento, sendo considerado com um reality show para adultos.
Os moldes e o conteúdo do programa são bastante diferentes dos reality shows acima descritos: consiste em consultas feitas por um psiquiatra, onde pessoas com problemas psíquicos graves falam dos seus mais recônditos podres.»
 
            A moda dos Reality Shows, veio para ficar! Não importam os limites humanos (exemplo Survivor), a privacidade, entre tantos outros aspectos. Em alguns países, já pagaram para o primeiro casal a intervir numa relação sexual. Com um andamento destes, onde é que vamos parar?
 
R.M.*
Sinto-me:
Sábado, 15 de Abril de 2006

A Caça Ao Coelho

Na passada sexta-feira ao abrir um jornal local, deparei com uma notícia no mínimo Cómica versus Intrigante.

  Passo a citar: “ Na Alemanha um homem está a processar o Coelhinho da Páscoa por (leia-se bem) lesões corporais…” Ora bem ao ler estas linhas pensei para mim que o “gajo” (Coelhinho da Páscoa) encontrava-se muito agressivo, mas logo deduzi que só podia ser a “canseira” desta época festiva.

 

  Mais avante li: “…moveu uma acção no Ministério Público acusando o Coelhinho de causar dependência do chocolate, o que o levaria a ataques cardíacos e obesidade.”. O “Senhor prejudicado” que me desculpe mas a única coisa que me passou pela cabeça foi que o Senhor não sabe se reter ante tanta guloseima…

                                                          

 

                                                               

  Ao prosseguir a leitura desta curiosa informação, li que o homem ambiciona encontrar o “Coelhinho Maligno” e retirá-lo das lojas a tempo (não sei de quê), pois ele afirma que: “ O Coelhinho da Páscoa é um ofensor sadista e inescrupuloso que se aproveita do desejo por açúcar por parte das pessoas.”

 

Depois de reflectir cuidadosamente sobre este conteúdo cheguei à minha conclusão: Que o “Senhor lesado” não sabe definitivamente se conter diante dos chocolates e decidiu entreter o seu tempo com algo, julga ele, útil para a sociedade (motivo para ele estar mais perto de grandes quantidades de açúcar). Penso que se o Coelhinho da Páscoa for como o famoso Bugs Bunny nem ele, nem ninguém lhe conseguirá limpar o sebo.

 

Nota: Ao que se sabe o homem nunca mais foi visto, julga-se que terá sido feito cativo por um dos Coelhos, ou então que terá conseguido capturar o Coelhinho da Páscoa e têm-no como seu refém, para seu “uso pessoal”. Pede-se a quem souber do paradeiro de algum deles que faça o favor de comunicar nas páginas amarelas, afinal elas existem para alguma coisa!

                                                                                                                   

MB                         

Sinto-me: uma coelhinha
Sexta-feira, 14 de Abril de 2006

Os Pecados Modernos

            Recentemente, o Vaticano actualizou a sua lista de pecados, passando assim a ser integrada por “pecados modernos”.
            “Ler muito, ver televisão e estar na Internet é pecado... em vez de ler a Bíblia”, foram os três novos pecados anunciados. Estes que fazem parte, do dia-a-dia, dos muitos milhões de habitantes e católicos, do Mundo.
            Ao estar a par desta notícia, surgiram-me algumas dúvidas, entre as quais: se ler é pecado como poderei ler a Bíblia Sagrada?
            Por outro lado, andei a matutar e cheguei às conclusões que podem ser as mais lógicas: Ou a Igreja Católica está a dizer que ler a Bíblia é um verdadeiro pecado ou (por outras palavras, dizendo, praticamente, o mesmo) estão a aconselhar-nos, vivamente, a não a ler.
 
            O Vaticano considera que o tempo gasto com estas novas tecnologias não se compara com o tempo dedicado à meditação e à leitura da Bíblia. Deixo a pergunta no ar: Para quando uma edição da Bíblia em Dvd? Assim, já que consideram que despender tanto tempo à tecnologia uma perda de tempo, poder ser mais aliciante a leitura.
 
            Meus “senhores” (dirigindo-me ao Vaticano, mesmo sabendo que não lêem, a intenção é que conta) seguidores e fieis, conquistam-se mas não é desta forma.
 
R.M.*
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