Terça-feira, 29 de Agosto de 2006

Inteligência medida aos palmos

            Cuidem-se os baixos!!! Chegou o nosso método que permite medir a inteligência das pessoas, usando a altura das mesmas.
            Foi realizado um estudo por uma Universidade Americana em que diagnosticaram que as pessoas mais altas têm mais probabilidade para serem escolhidos para um cargo com maior importância numa empresa e por consequência terão remunerações mais elevadas.
 
            Posto o que ouvi, comecei a pensar e voltei a pensar e além de achar um estudo disparatado, achei mesmo muito estúpido! Voltei a pensar e a (re)pensar e achei melhor aceitar os resultados do estudo. Amanhã mesmo vou chegar ao trabalho e vou exigir um ordenado à minha altura, sim porque tenho 1,84m, considero-me alto e por esta perspectiva altura vs inteligência, devo ser muito inteligente!
 
            Brincadeiras à parte, há coisas que nem a própria ciência pode explicar, nem mesmo os métodos mais bizarros para explicar o que realmente não tem explicação, a inteligência é uma delas.
            Isso é caso para eu desconfiar que, segundo o estudo, os cientistas que o realizaram, devem ser realmente baixos!!!
RM
Sinto-me: Alto!!! (HAHAHA)
Terça-feira, 22 de Agosto de 2006

Afinal Como "O" Pronunciar?

Há umas semanas atrás estava eu a ler um jornal e numa das páginas existe uma secção dirigida ao leitor que deseje expressar a sua opinião sobre algo e, deparei-me com uma carta de uma leitora um pouco, senão muito irritada.

 

 Dizia na carta que os Portugueses não sabiam como proferir a palavra Portugal, deixando o nome do País ficar “mal visto” (Se fosse apenas isso estávamos muito bem).

 

 Expressava, a senhora, que muita gente, senão a maioria dos Portugueses que pronunciavam Portugal com “u” ora, então para ela estava errado pronunciar “Purtugal”, afirmava que devíamos aprender como o dizer e, que o termo correcto seria fazer um pouco de realce no “o”.

 

 Deduzi que a senhora não tinha motivos para redigir aquela carta e, então fiz o que ela dizia ser o mais correcto e lá eu tentei dizer Portugal, com o dito “o”, algo que saiu-me muito mal, isto porque dar um pouco de ênfase pode ser perigoso. O que me saiu pela boca fora (salvo seja) foi “Pórtugal” e ou “Pôrtugal”, não Portugal como se escreve.

 

 Parece-me, escrevo parece-me porque isto é um tema que me escapa um pouco, dado que era um pouco desatenta nas aulas de Português, que o “o” perde a sua força e lê-se como “u” quando se encontra entre duas consoantes, daí ser pronunciado com o “u” escapando “Purtugal”.

 

 Se estiver errada peço que alguém me corrija, caso tenha cometido algum erro aquando do meu raciocínio. Ou seja, caso tenha assassinado a língua portuguesa, logo com a palavra Portugal.

 

 Será que estão todos errados menos a senhora?

 Ou, será que sou eu?

 

 

                                                                                MB

 

Sinto-me: Na dúvida!
Segunda-feira, 14 de Agosto de 2006

Crescidos mas nem tanto...

            Quantos de vocês, já ouvir dizer: “Isto no meu tempo não era assim”, “estes miúdos de hoje em dia, sabemos mais do que eu no meu tempo”? Eu já ouvi algumas vezes e até vejo que é verdade, porque tenho dois sobrinhos que são tudo para mim. Um tem 13 anos e sabe mais do que eu, quando tinha a idade dele (e quando falo em mais, é no sentido como se portam, como tentam ser, querem sair para festas e até no plano sexual), tenho outro que tem 6 anos e que sabe mais do que o seu irmão quando tinha a sua idade. Bolas que confusão!!! Mas, na verdade cada vez mais os hábitos tendem a modificar-se e vão-se perdendo coisas boas na vida que as crianças devem viver.
            Lá vai o tempo em que nós acreditávamos no Pai Natal, que podíamos viver uma história de príncipes e princesas e que o final de qualquer história seria: “E viveram felizes para sempre”. Hoje é mais guerras e discussões e até a própria luta livre que passa nos canais da Tv Cabo, em que vejo crianças que deliram com aquilo. Não sei como, nem porquê e compreendo ainda menos os pais que permitem estes hábitos, menos “saudáveis”.
 
            Com tudo isto, comecei a pensar que seria normal isto acontecer, pois há cada vez mais necessidade de se afirmar um adulto, eu também com 15 anos já gostava de ser tratado como tal, mas nunca quis ter atitudes como os adultos. Basta ir a uma escola e ver jovens a fumar, alguns a consumirem estupefacientes, cenas mais íntimas com o seu parceiro, entre um outro grande número de coisas. Coisas estas que são de práticas, embora algumas não aceitáveis, vindas dos adultos. Podemos dizer que a tecnologia que foi evoluindo a tal ponto que criaram os pequenos adultos e dificilmente deixaram se portar como tal, daqui para a frente!
 
            Há tempos, em conversa, com uma amiga ela contou-me que o seu sobrinho tinha medo de matar uma centopeia, porque depois, à noite, ela viria ao seu encontro e lhe arrancaria as pestanas. Por outro lado o meu sobrinho, vai todos os fins-de-semana para a casa do pai, porque tem lá um espaço transformado em discoteca e como tem, simplesmente, 13 anos não pode entrar em nenhuma, usando esse espaço para se tornar mais adulto.
 
            Roupas mais adultas, comportamentos de adultos, tentam ter conversas de “gente grande”, perdem muitas e boas coisas da infância para se parecerem connosco quando na verdade o mundo das crianças é o melhor! Mas com comportamentos como estes, serão crescidos, mas nem tanto!
RM
Sinto-me: Beeeeeeem!!!
Quarta-feira, 9 de Agosto de 2006

E vocês... Lêem?

Já algum tempo que procuro a oportunidade, para falar sobre um assunto, que me deixa atónita. Quantos de vós já não foi alvo de um comentário, nos vossos Blogs, que não tinha absolutamente nada a ver com o texto que haviam redigido? Certamente, todos dirão “Eu já.”

 

 Pois, eu fui umas centenas de vezes e, creio que vocês também. Penso que é umas das coisas mais frustrantes no mundo da Blogesfera. Postamos um texto, que muito presumivelmente deu-nos um pouco de trabalho e, fez-nos perder o nosso precioso tempo (sim, precioso que ninguém vive disto) e deparamo-nos com opiniões que nada têm a ver com aquilo que “deveriam” ter lido.

 

 Ninguém é coagido a ler, muito menos a comentar, mas quando o vamos fazer convém ler e, perder uns minutos da vida de modo a que não se deixe os outros a matutar: “Que raio de comentário é este e, como veio cá parar”! Sim, porque já tive comentários que nem sei como foram lá parar, dado que a tolice é tão tola que nem faz sentido em ter cessado por ali.

 

 Já me aconteceu em ter mais do que uma página aberta e, embarrilar na janelinha do dito Blog para comentar, mas há aquelas pessoas que “enganam-se” constantemente que até dá para pensar que não vêm muito bem.

 

Há também, aqueles a que gosto de chamar os “Copiar/Colar”, esses nem desculpa têm, mas quem é que no seu juízo perfeitamente normal faz isso? Provavelmente a maioria, dado que utilizam a “desculpa” do não tenho muito tempo. Ora bolas se não têm tempo mais valem ficar com os dedos “calados”, mais que não seja com o rato.

 

 Sou apologista de ter poucos mas bons leitores/comentadores, do que muitos e nada de sensato que se leia e, ou aprenda, porque afinal de contas aprendemos com a troca de ideias. Ou não será essa a finalidade de comentar?

 

 Seja lá como for, se por acaso tombarem por aqui, leiam se não quiserem comentar não paga mais caro, pelo uso do nosso estacionamento, mas se o quiser fazer está à vontade, mas critique algo de acordo com o que acabou de ler e, não com o tempo que está lá fora.

 

 A gerência do Criticalhando agradece.

 

                                                                                                                                            MB

Sinto-me: Necessitada de "Vacances"...
Sexta-feira, 4 de Agosto de 2006

E uma vez mais a História se repete...

            E uma vez mais a história se repete, o cenário é sempre o mesmo: uns meses de calor, estamos no verão, e animais abandonados como as personagens centrais de um drama, que todos os anos, se verifica.
                                            
            Ora bem, já começo a ficar farto de não se fazer nada que meta estas pessoas na ordem! Porque quando os animais chegam a casa, são pequenos são queridos e gostam deles, mas quando começam a crescer querem-se é ver livres deles! Principalmente quando se fala de férias e não fazem o mínimo de esforço para mantê-los com eles. E do meu ponto de vista, trata-se apenas de má vontade, isto porque toda gente tem um vizinho com quem se tenha confiança de deixar o animal, ou então que essa pessoa passe todos os dias na nossa casa dando as condições mínimas ao animal.
            Depois existem locais que aceitam animais no período de férias, é uma questão de se informarem. Também sei que estes locais estão cheios, nesta altura, mas é como tratar das suas férias, na altura que se sabe das dadas marcamos as “férias” do nosso animal de estimação. Assim haverá um lugar, de certo!
 
            A minha crítica vai em especial para os donos que deixam os animais abandonados, como se nunca tivesse existido alguma ligação/relação, entre ambos e também ao governo que não cria mais condições para estes casos. Queixam-se que existe muitos animais de rua, mas também não tomam medidas com que façam que não existam ainda mais animais abandonados!
 
            É pena, que assim seja!!!
            Se este verão viajar, lembre-se que existe sempre uma solução para o seu animal. NÃO O ABANDONE, esta não é a solução!
 
RM
 
P.S: Lembram-se dos gatinhos que eu encontrei uma vez e que, infelizmente, morreram? Ai pois é, eu não me fiquei por aqui e tenho mais dois belos gatitos mais uma cadelinha, não é de raça pura mas é linda na mesma!!! E aqui apresento os meus novos amiguinhos. A Cadela, não se colocava quieta, foi preciso agarrá-la!

 

 


 

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